Professor da Unipampa atua como palestrante em evento internacional de astronomia
Por Luciane Mancilia
O professor da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Campus Bagé, Guilherme Marranghello, atuou como palestrante convidado do “Communicating Astronomy With The Public 2024” (Comunicando Astronomia ao Público, em tradução livre), realizado de 24 a 28 de junho, em Toulouse, França. Na Unipampa, o professor atua no curso de licenciatura e bacharelado em Física, no Programa de Pós-Graduação em Ensino em Ciências (PPGEC), além de ser membro do Planetário Unipampa. A participação na 11ª edição no evento de astronomia, organizado pela União Astronômica Internacional (IAU), trouxe contribuições institucionais porque as conferências reuniram profissionais de comunicação científica, planetários e de centros de ciência do mundo todo.
Na ocasião, Guilherme Marranghello ministrou a palestra intitulada “Planetários: 100 anos comunicando astronomia com o público”. O convite para participar de uma conferência de nível internacional, segundo Guilherme, reitera a representatividade, qualidade e importância dos trabalhos desenvolvidos dentro do âmbito acadêmico da Unipampa, especialmente para promoção de pesquisa científica. O professor foi diretor do Planetário da Unipampa de 2016 a 2023 e, atualmente, é membro da Sociedade Internacional de Planetários, além de vice-coordenador das comemorações do Centenário do Planetário.
- A história dos planetários, conforme Guilherme Marranghello:
Segundo o professor, “o comissionamento do primeiro projetor planetário ocorreu em 1923 e, em 7 de maio de 1925, o primeiro planetário do mundo abriu suas portas ao público no Deutsches Museum, em Munique”. Por isso, de 2023-2025, comemora-se o Centenário do Planetário com o slogan: “As estrelas foram apenas o começo”.
Em sua explanação, Guilherme ressalta que “durante os últimos 100 anos, aprendemos muito sobre o Sol, nosso próprio Sistema Solar, Estrelas, Galáxias e as muitas facetas de nosso universo em expansão. Também desenvolvemos tecnologia para pousar na Lua e rovers terrestres em Marte”. Neste período, também ocorreu a evolução do planetário. A história do planetário possui intrínseca relação com a evolução do conhecimento astronômico, “desde a primeira exibição de estrelas até as múltiplas possibilidades que uma cúpula digital apresenta hoje”, explica.
Hoje, segundo o professor, há mais de 4 mil planetários no mundo, estando presentes em todos os continentes. Assim, o público pode acessar “projetores optomecânicos, tecnologias digitais e híbridas sob cúpulas fixas e móveis” e, também é possível visitar “pequenos planetários de 5m para cúpulas gigantes que podem acomodar centenas de pessoas”. A variedade de planetários, explica Guilherme, abre possibilidades de comunicação com o público.
Mais informações sobre o Planetário da Unipampa e a agenda de atividades estão no site institucional.
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