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Semana Acadêmica da Fisioterapia
Data de publicação 31/08/2026 - 11:57 Atualizado em 31/08/2026 - 12:31
Por Tatiana de Oliveira Petry

Realizada de 08 a 10 de abril de 2026, a Semana Acadêmica da Fisioterapia teve na sua programação mesa-redonda, palestras e oficinas.

No dia 08, após o credenciamento, houve a cerimônia de abertura e a mesa-redonda que contemplou conversas sobre diferentes campos de atuação na fisioterapia.

Na cerimônia de abertura, a equipe do Diretório Acadêmico da Fisioterapia agradeceu aos parceiros e patrocinadores e convidou a coordenadora do curso de Fisioterapia da Unipampa, Profa. Daniela Virote Kassick Müller para dar as boas-vindas aos participantes.

Daniela deu as boas-vindas a todos e destacou que a semana acadêmica representa oportunidade de atualização acadêmica e profissional. Agradeceu aos organizadores, especialmente ao Diretório Acadêmico da Fisioterapia, pela construção de uma programação rica e diversificada.

Declarando oficialmente aberta a Semana Acadêmica da Fisioterapia, a equipe do Diretório Acadêmico deu continuidade a programação chamando para compor a mesa-redonda de abertura os convidados:

- Elenice Brum, fisioterapeuta formada pela Unipampa em 2021, que atua como fisioterapeuta na reabilitação traumato-ortopédica e também é instrutora de pilates e isostretching, método de correção postural;

- Rafael Tamborena Malheiros, fisioterapeuta, doutor e mestre em ciências fisiológicas, especialista em terapia intensiva, coordenador do serviço de fisioterapia do hospital Santa Casa de Uruguaiana;

- Gracielle Karla Pampolim Abreu, fisioterapeuta, mestre em políticas públicas, doutora em saúde coletiva, professora adjunta da Unipampa atuando no curso de graduação em fisioterapia e nas residências multiprofissionais em saúde coletiva e saúde mental;

- Liane da Silva de Vargas, fisioterapeuta com doutorado em fisiologia e bioquímica, professora adjunta da Unipampa atuando no curso de graduação em fisioterapia e no programa de pós-graduação em ciências fisiológicas, também lidera o grupo de pesquisa em eletrotermofototerapia.

Trazendo suas contribuições sobre áreas de atuação dos fisioterapeutas, os integrantes da mesa-redonda fizeram suas falas sobre áreas específicas.

Elenice trouxe comentários sobre a fisioterapia clínica. Pontuou que no seu dia-a-dia, a fisioterapia clínica envolve o contato com o paciente no contexto de reabilitação. Que atualmente atende ortotraumatologia, atende essa parte de reabilitação. Então sua rotina envolve acordar todos os dias e saber que tem alguém para ser reabilitado naquele dia. Destaca que a fisioterapia é cuidar de gente, cuidar de alguém e que o resultado final é alguém que será tratado por você. Informa que ao chegar na parte de reabilitação, na realidade do paciente, teve a percepção de que se vai estudar a vida inteira, mas que é gratificante olhar para o paciente, ver ele chegar de uma forma e sair de outra, após o tratamento específico.

Após, o momento de fala foi passado para Liane.

Liane apontou que algumas vezes se vai ter mais afinidade por uma área ou outra, e que é intuitivo aproveitar mais, se dedicar mais a área que tem mais afinidade, mas que a formação ofertada é de fisioterapeuta generalista. Aconselhou que se explore o máximo possível mesmo a área que acha que não tem tanta afinidade, que, às vezes, a pessoa acaba se encontrando naquela área. Enfatiza também que o primeiro emprego pode não ser na área que a pessoa acha que tem mais afinidade, e aí precisa ter conhecimento básico para ter mais segurança e autonomia relativo ao que o paciente precisa.

A seguir, foi passado o momento de fala para Rafael.

Rafael comenta que se formou na terceira turma de fisioterapia da Unipampa e agradeceu o convite do Diretório Acadêmico da Fisioterapia para participar da mesa-redonda. Menciona que o aluno também é responsável pela qualidade do seu ensino, que os alunos não estão aqui de forma passiva, estão aqui para se formar e que fazem parte de um movimento que se chama ensino. Traz, então, contribuições sobre a fisioterapia na área hospitalar. Que, na graduação, quando estava em aula prática, seu grupo fez avaliação de paciente para apresentar para a professora. Que ao passarem a avaliação para a professora, esta os questionou se haviam auscultado o paciente. Realizaram então a ausculta e foi percebido ronco/secreção. Depois de procedimento específico de aspiração, o grupo pode fazer nova ausculta sendo observada melhora, a saturação que estava baixa também tinha melhorado, então o resultado estava ali, disse. Que na época da pandemia do COVID foi um período de grande valorização da fisioterapia hospitalar. Teve um reconhecimento nacional, começou a se falar do piso salarial, disse. Comenta que desde 2013 é coordenador do serviço de fisioterapia no hospital Santa Casa de Uruguaiana, e que, ao assumir essa função, teve que se apropriar também de questões de gestão, tanto relativas à questão financeira quanto sobre a organização do trabalho de fisioterapia no hospital. Que no início da sua coordenação da equipe eram cinco fisioterapeutas para todo o hospital e que os fisioterapeutas não atuavam numa unidade fixa: por exemplo, trabalhava das 07 às 09 na UTI adulto, saía da UTI adulto e ia para o ambulatório fazer traumato até às 13 horas. Que ele entendeu que se o fisioterapeuta ficasse fixo em uma unidade, talvez se conseguisse trabalhar melhor. Então, foram sendo efetivadas mudanças: ter o fisioterapeuta da UTI adulto, o fisioterapeuta da UTI neo, o fisioterapeuta da traumatologia. Que, o fisioterapeuta ficando na unidade, a unidade passa a entender a importância deste. Que, às vezes, pode ser o paciente paliativo, que não sai mais do quarto, mas se entrar lá, avaliar e posicionar o paciente de uma forma mais confortável, arrumá-lo no leito, contribui para uma qualidade de vida daquele paciente. E, quando começa a dar resultado: os pacientes estão dando alta mais rápido, o paciente está saindo do hospital com maior funcionalidade, o valor da fisioterapia vai sendo reconhecido. Comenta que, se o paciente vai para a casa acamado, há maior chance de reinternação. Se o paciente vai para casa caminhando, ele reinterna menos. Então é um custo a menos, tanto para o sistema quanto para o hospital, para a secretaria de saúde e é qualidade de vida do paciente, por exemplo, talvez ele retorne ao trabalho. Comenta que hoje são dezesseis fisioterapeutas no hospital, doze contratados e quatro residentes. Que na região, provavelmente é a maior equipe e que na região ainda há muito espaço, muitas oportunidades, mas que é o fisioterapeuta que tem que mostrar o valor de sua formação. Fez um à parte para comentar sobre o Diretório Acadêmico. Destacou que é um movimento estudantil fundamental. Que na sua época de discente, participou do diretório acadêmico e naquele momento foram apontadas demandas de infraestrutura no campus tais como: como que um aluno cadeirante faz aulas não existindo elevadores nos prédios; não havendo restaurante universitário (RU), não havendo moradia estudantil, nem bolsas de permanência, como alunos de baixa renda se manteriam na universidade; também na época faltavam vagas de docentes para o curso de fisioterapia, faltavam reagentes para o curso de farmácia, faltavam laboratórios para o curso de enfermagem e que daí o movimento estudantil se organizou e fez manifestações pelas demandas apontadas. Que ali se começou a falar de restaurante universitário, de assistência estudantil. Que na época que cursou a graduação em fisioterapia não tinha restaurante universitário e hoje tem. Com o movimento também vieram as vagas para docentes para o curso de fisioterapia. Então, falando da importância dos diretórios, do movimento estudantil.

A seguir, a palavra foi passada para Gracielle.

Gracielle, informa que em continuidade ao que foi falado, uma questão é a de apropriação de espaços. Que, além de falar dos campos de atuação da fisioterapia, da atuação da fisioterapia nos diferentes cenários, também ter noção do processo de transformação da profissão. Que veio falar um pouco sobre a atenção primária, e que a intenção também é essa de apropriação de espaços. Que a fisioterapia vem se transformando de uma profissão puramente reabilitadora. Que ela encontrou a possibilidade de atuar com idoso, com a mulher, com a criança, com a neuro, com a orto, na atenção primária. Que a fisioterapia historicamente nasceu, se construiu e se desenvolveu como uma profissão reabilitadora. Porém, na conformação atual do sistema de saúde, não cabe mais ser apenas reabilitador, informa. Que a fisioterapia nasceu reabilitadora quando na conformação de saúde no Brasil e no mundo era uma conformação reativa onde se tinha um problema e se ia buscar solução para aquele problema. Que hoje se está em uma sociedade numa conformação de saúde mundial, não apenas no Brasil, em que, o que se espera dos profissionais de saúde é a pró-atividade. Então, menciona, não é esperar que o paciente venha até o serviço para atendimento. Diz que é preciso entender quais são as necessidades daquele território, daquela sociedade, e a partir daí, trabalhar de forma pró-ativa. Que é necessário expandir, sair do espectro reabilitador e entender que a fisioterapia também é uma profissão que vai promover saúde, que vai prevenir doenças, que vai buscar entender os determinantes sociais na saúde e como se pode atuar em cima disso. Informa que na atenção primária há essa possibilidade. Que é mais do que o paciente chegar, ser atendido e ir para casa. Que se vai na casa do paciente, no ambiente, no território, na comunidade que aquele paciente se insere. Que, às vezes, pode haver a pergunta: por que a reabilitação desse paciente não está evoluindo como esperado? E aí há as questões da vida dele, da organização social dele, e como isso influencia. Por exemplo: um paciente com tendinite – qual é a profissão dele? Às vezes é a profissão dele que está levando àquela lesão; às vezes é a forma como a residência dele está organizada que está levando àquilo. Salienta, então, que a atenção primária é um espaço em que é possível desenvolver esse lado promotor de saúde. E que isso já é garantido por lei: que houve a construção do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) já nos idos de 2008, 2009, 2010 e que uma das profissões mais requisitadas na época era a fisioterapia. Era uma equipe, um núcleo de saúde da família, em que você tinha ali às vezes 30%, 40% da formação da equipe eram fisioterapeutas. Que isso ao longo do tempo foi diminuindo. Que hoje o fisioterapeuta não é mais o profissional mais requisitado. Mas que as políticas existem: que era NASF, agora é e-Multi, que o espaço na atenção primária segue existindo. Destaca que existe uma questão de se apropriar do espaço. Que é um espaço que exige promover saúde, prevenir doenças, fazer vigilância de estudos cinéticos funcionais, vigilância de saúde da pessoa idosa. Diz que ainda há muito a percepção da reabilitação, de esperar que o paciente chegue para ser reabilitado. Aponta que a demanda de reabilitação sempre vai existir, e que estar na atenção primária não é deixar de ser reabilitador, que há espaço para isso e, sim, tem que atuar nesse espaço. Mas que além de atuar como reabilitador, entender que existem outras demandas. Por que esperar um idoso cair e precisar de fisioterapia, se é possível ir na casa desse idoso e fazer uma prevenção de queda? Se é possível chamá-lo para um grupo, para uma atividade coletiva, se é possível ajudar na socialização desse idoso? Trabalhar atividade motora, atividade cognitiva para prevenir quedas? Por que esperar um paciente com sequelas de AVC que acabou de sair do hospital entrar num padrão enquanto ele espera a fisioterapia de um serviço lá secundário ou terciário, que, às vezes, vai demorar a chegar, se é possível, com orientações simples, evitar que isso aconteça. Aponta que se precisa aprender a prevenir. E que só se vai conseguir fazer isso, conhecendo o espaço de prática. Então, na atenção primária é necessário entender aquele território, o que acontece ali. Que os alunos muitas vezes questionam qual o espaço que existe para isso. Citou que na Unipampa tem residência em saúde coletiva e saúde mental coletiva que tem atuação direta na atenção primária (mencionando possibilidade de atuação na atenção primária). Que ela como tutora orienta para ter espaço para atividades coletivas em grupo, espaço para interconsulta. Aponta que aí entra a questão de trabalhar em equipe. Que é importante aprender a trabalhar em equipe. Que saúde coletiva não é só assistência em uma ponta ou em outra, é muito mais. Que quando a chamaram para esta mesa-redonda para que fizesse uma fala sobre a atuação do fisioterapeuta no SUS, que o SUS é maior que só a atenção primária. Que ela trouxe um pouco mais a atenção primária, mas há também a gestão, o entendimento das políticas sociais. Que, quando ela chegou na residência, trouxe que o residente tem que passar pela gestão também, porque a formação em saúde coletiva exige a parte de gestão também. Que são espaços que o fisioterapeuta tem que se apropriar. Que na atenção primária a fisioterapia reabilitadora sempre vai ter espaço, mas que é preciso também saber promover saúde, saber prevenir doenças, saber atuar em equipe.

Após, foi retornada a fala para Liane.

Liane contou que quando se formou, a primeira área que teve oportunidade de trabalhar foi na dermato-funcional, que a princípio não era a área que ela tinha mais afinidade. Era uma área que ela não gostava? Não. Então ela se desafiou nesta área e se dedicou. Mas almejava trabalhar com a docência. Considerou fazer uma pós-graduação em uma área básica, que era o que a Unipampa ofertava. Fez mestrado em bioquímica, cogitando já depois tentar ser docente em uma área mais especializada da fisioterapia. Depois fez o doutorado também em bioquímica. E, então, surgiu a oportunidade de fazer doutorado na área de fisiologia. Durante o mestrado e doutorado em bioquímica trabalhava em uma clínica em Uruguaiana na área de dermato-funcional e recursos manuais. Para o doutorado em fisiologia surgiu a oportunidade de bolsa, nesse caso não podia trabalhar simultâneo, era com dedicação exclusiva, e daí se afastou da parte clínica, informou. Depois fez concurso para a Unipampa e acabou sendo chamada. O concurso da Unipampa a encaminhou para atuar na área de estágio, supervisão de estágio, mas também havia a possibilidade de ministrar uma disciplina. Explicou que como gosta da docência, da parte didática, ficou também com uma disciplina. Foi passada para ela a disciplina de eletroterapia. Que a partir de 2020/2021 começou um movimento de resgate do fisioterapeuta nesta área de eletroterapia. Que um dos pilares da fisioterapia são os recursos físicos. Disse que antigamente, por exemplo, um paciente com fratura, imobilizado, a indicação era o que, espera tirar a imobilização, usava muito gesso, esperava para poder começar a fisioterapia. Que hoje em dia se sabe que se pode usar recurso físico para aprimorar essa consolidação da fratura. Que, então, o fisioterapeuta está ali no primeiro pós-operatório, dependendo do tipo, e pode atuar com recurso físico. Não se pode movimentar, não pode usar cinesioterapia. Mas pode agir como fisioterapeuta, utilizando outros recursos. Mas para isso precisa ter o conhecimento adequado. Deixou a mensagem que no curso de fisioterapia da Unipampa os alunos podem ter experiências em várias áreas, que aproveitem, porque isso faz diferença na formação.

Conforme divulgação nas redes sociais do Diretório Acadêmico da Fisioterapia da Unipampa (https://www.instagram.com/dafisiounipampa/ e https://www.facebook.com/diretoriofisiounipampa), na continuidade, a programação da Semana Acadêmica de Fisioterapia foi:

No dia 08/04 à tarde:

- Palestras:

13h30: “Atuação do fisioterapeuta em serviços de urgência e emergência” – Palestrante: Fisioterapeuta Vitória Padilha

14h50: “Relato de experiências da graduação à fisioterapia esportiva no alto rendimento” – Palestrante: Fisioterapeuta Maurício Coutinho

- Oficinas:

16h20:“Avaliação dos membros inferiores e critérios de alta para o retorno de atletas a sua prática esportiva” – Ministrante: Fisioterapeuta Maurício Coutinho

16h20: “Avaliação do paciente hemiplégico adulto” – Ministrante: fisioterapeuta e professor no curso de fisioterapia da Unipampa: Rodrigo de Souza Balk

No dia 09 de abril:

Palestras:

08h30: “Eletrotermofototerapia sem complicação: atualizações para a prática clínica” – Palestrante: fisioterapeuta e professora no curso de fisioterapia da Unipampa Liane da Silva de Vargas

09h45: “Morfofisiologia respiratória do neonato ao adulto” – Palestrante: fisioterapeuta e professora no curso de fisioterapia da Unipampa Mara Ruybal

11h00 : “Neuromodulação não invasiva associada à fisioterapia: potencializando a neuroplasticidade na reabilitação” – Palestrante: fisioterapeuta Roger Guilherme Brazeiro

14h00: “Atuação do fisioterapeuta na gestão, parto e pós-parto” – Palestrante: fisioterapeuta Natalie Ferrão

15h00: “Fisioterapia dermato-funcional: crescimento, inovação e oportunidade no mercado da estética e saúde” – Palestrante: fisioterapeuta Maria Lucia Borges

 

Oficinas:

08h30: “Pontos chave na fisioterapia pediátrica” – Ministrante: fisioterapeuta e professora no curso de fisioterapia da Unipampa Eloá Maria dos Santos Chiquetti

16h20: “Pós-operatório em cirurgia plástica: radiofrequênica tecare – vantagens e tecnologia em um único equipamento” – Ministrante: fisioterapeuta Maria Lucia Borges

16h20: “Método Pilates na prevenção e reabilitação de lesões musculoesqueléticas” – Ministrante: fisioterapeuta e professora no curso de fisioterapia da Unipampa Simone Lara

No dia 10 de abril:

Palestra:

08h30: “As diferenças de materiais para a confecção e qualidade de manejo com o paciente” – Palestrante: Terapeuta Ocupacional Patrícia Souza

Oficinas:

14h00: “Agulhamento seco em pontos gatilhos” – Ministrante: fisioterapeuta e professor no curso de fisioterapia da Unipampa Nelson Francisco Serrão Júnior

14h00: “Raciocínio Clínico em eletroanalgesia: Estratégias para dor nociceptiva e neuropática” – Ministrantes: fisioterapeuta e professora no curso de fisioterapia na Unipampa Liane da Silva de Vargas, fisioterapeuta Thiago Tamborena e fisioterapeuta Mohhammad Prudêncio.

 

Abaixo alguns registros fotográficos da Semana Acadêmica da Fisioterapia:

Semana Acadêmica de Fisioterapia - Credenciamento

Semana Acadêmica de Fisioterapia - Credenciamento

Semana Acadêmica de Fisioterapia - Credenciamento

Semana Acadêmica de Fisioterapia - Credenciamento

Semana Acadêmica de Fisioterapia - Credenciamento

Semana Acadêmica de Fisioterapia - Credenciamento

Abertura do evento DA Fisio, coordenação do curso e composição de mesa-redonda

Abertura do evento DA Fisio, coordenação do curso e composição de mesa-redonda

Abertura do evento DA Fisio, coordenação do curso e composição de mesa-redonda

Mesa-redonda sobre áreas de atuação do fisioterapeuta

Mesa-redonda sobre áreas de atuação do fisioterapeuta

Mesa-redonda sobre áreas de atuação do fisioterapeuta

Público participante na semana acadêmica de fisioterapia (mesa-redonda)

Público participante na semana acadêmica de fisioterapia (mesa-redonda)

Público participante na semana acadêmica de fisioterapia (mesa-redonda)